Fornos e Lagoaça, “Zangarrão”

Nestas localidades o “Zangarrão” deixou de sair no início de 1930.

Era o mordomo que convidava quem iria exercer este papel.

No dia 24 de Dezembro, 1 e 6 de Janeiro, o “Zangarrão”, sempre acompanhado pelo mordomo, que era quem recebia a esmola, fazia um peditório para o Menino.

No pau que usava sempre podiam ser colocadas as ofertas de fumeiro.

Quando a “velhinha” se juntava ao “Zangarrão”, pediam vinho.

A “velhinha” também saía em Parada, Grijó de Parada, Vila Boa e Pinela.

 

Fontes e Bibliografia:

PEREIRA, Benjamim, 1973, Máscaras Portuguesas, Lisboa, Museu de Etnologia do Ultramar.

PESSANHA, Sebastião, 1960, Mascarados e máscaras populares de Trás-os-Montes, com desenhos de Mily Possoz, Lisboa, Livraria Ferin.